Quando um equipamento de cozinha começa a dar problema com frequência, a primeira reação costuma ser trocar por um novo. Mas a reforma bem feita pode devolver anos de vida útil por uma fração do custo.
A decisão certa depende de alguns critérios objetivos. Abaixo, o roteiro que usamos na avaliação técnica de fornos, masseiras, fogões e refrigerados.
Qual a diferença entre conserto e reforma?
O conserto resolve uma falha específica: troca a resistência queimada, o contator ou o ventilador. A reforma revisa o equipamento inteiro, com parte elétrica, mecânica, vedação, isolamento e acabamento, e devolve o equipamento com desempenho próximo de um novo.
Se o mesmo equipamento precisa de conserto a cada poucos meses, isso é sinal de que o problema é o conjunto, não uma peça. É aí que a reforma entra na conta.
Quais critérios usar na decisão?
Avalie estes cinco pontos, de preferência com um técnico:
- Estrutura: carcaça, câmara e chassi estão firmes, sem corrosão profunda ou trincas?
- Peças: o fabricante ainda fornece peças, ou existem compatíveis de qualidade?
- Custo: o orçamento da reforma fica bem abaixo do preço de um novo equivalente?
- Capacidade: o equipamento ainda atende ao volume de produção atual?
- Consumo e segurança: depois de reformado, ele vai operar com consumo e segurança adequados?
Quando a reforma compensa?
A reforma costuma valer a pena em equipamentos robustos, de estrutura em aço, de marcas com boa disponibilidade de peças: fornos de lastro, fornos combinados, masseiras, cilindros, fogões industriais, balcões e vitrines refrigeradas.
Também compensa quando o equipamento é bem adaptado à sua receita e à sua equipe. Um forno que a padaria conhece há anos assa do jeito que o cliente gosta, e trocar por outro modelo pode exigir ajustes de processo.
Quando é melhor comprar novo?
Comprar novo é a melhor escolha quando a estrutura está comprometida, quando faltam peças essenciais, quando a reforma fica perto do preço de um equipamento novo, ou quando a operação cresceu e o equipamento já não dá conta do volume.
Também vale considerar a troca quando um modelo novo traz ganho real de produtividade ou consumo para a sua operação, e não apenas porque o antigo está feio.
Como funciona a avaliação técnica?
Na avaliação, o técnico inspeciona o equipamento, testa o funcionamento e lista o que precisa ser feito. Com isso, você recebe um orçamento com escopo e prazo e pode comparar com o preço de um novo de forma objetiva.
Na A&G TÉC, se a reforma não compensar, dizemos isso na avaliação. Nos equipamentos Wictory e CopaMetal, a reforma segue o procedimento de fábrica, porque somos assistência técnica autorizada dessas marcas.
E o equipamento usado que acabei de comprar?
Equipamento usado deve passar por revisão antes de entrar em operação. Parte elétrica, gás, vedação e dispositivos de segurança precisam ser conferidos, porque não há como saber como ele foi mantido pelo dono anterior. Muitas vezes uma reforma leve no começo evita problemas logo nas primeiras semanas de uso.
Checklist rápido
- Estrutura principal em bom estado?
- Peças disponíveis no mercado?
- Reforma bem abaixo do preço de um novo?
- Equipamento ainda atende à demanda da operação?
- Consumo e segurança adequados após a reforma?
Saiba mais sobre o nosso serviço de reforma de equipamentos em Belo Horizonte.
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Nossa equipe atende toda a Grande BH.
